Labor, cansaço, patrão...
Logo a alforria:
Seu time, na decisão;
No peito, euforia.
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(originalmente em Concurso de Trovas EdiPUC 2011 - contagem de sílabas poéticas fail)
domingo, 4 de dezembro de 2011
#1 (v. 2011)
E eu procuro entender
Tento, mas é só respeito
A quem deixou que o Destino
Movesse as peças desse jeito.
Face pintada em tom de adeus:
Bilhete escrito; (mas) encontro o Amor.
Ao que do caos surge um sentido.
Nada mais busco ao que me opor.
---
(originalmente em Estava Eu)
Tento, mas é só respeito
A quem deixou que o Destino
Movesse as peças desse jeito.
Face pintada em tom de adeus:
Bilhete escrito; (mas) encontro o Amor.
Ao que do caos surge um sentido.
Nada mais busco ao que me opor.
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(originalmente em Estava Eu)
#1 (v. 2000)
E eu procuro entender
Tento, mas é só respeito
A quem deixou que o Destino
Movesse as peças desse jeito.
E honesto a mim sigo tentando
Livrar-me do que foi deixado:
Amor resulta em mil feridos
Nem quem se salva é culpado.
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(originalmente em Estava Eu)
Tento, mas é só respeito
A quem deixou que o Destino
Movesse as peças desse jeito.
E honesto a mim sigo tentando
Livrar-me do que foi deixado:
Amor resulta em mil feridos
Nem quem se salva é culpado.
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(originalmente em Estava Eu)
sábado, 19 de novembro de 2011
"Novo"
a nova cortina;
a nova camisa;
um novo carro;
um novo celular
Mas é apenas uma organização diferente dos mesmos átomos!
Já estavam aqui desde a misteriosa Gênese.
Que novo então há no Universo se o que é tua pele já estava aqui?
E até teu peito,
teu coração ferido,
onde guardas mágoas de tempo antigo:
era poeira, ouro, coelhinho branco, sol e macieira.
De nova apenas tua compreensão de tudo o que é velho e reciclável.
Única e inédita.
O etéreo e novo que compõe tua vida.
---
(originalmente em Cachoeirinha das Letras)
a nova camisa;
um novo carro;
um novo celular
Mas é apenas uma organização diferente dos mesmos átomos!
Já estavam aqui desde a misteriosa Gênese.
Que novo então há no Universo se o que é tua pele já estava aqui?
E até teu peito,
teu coração ferido,
onde guardas mágoas de tempo antigo:
era poeira, ouro, coelhinho branco, sol e macieira.
De nova apenas tua compreensão de tudo o que é velho e reciclável.
Única e inédita.
O etéreo e novo que compõe tua vida.
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(originalmente em Cachoeirinha das Letras)
Poema de Passagem
A Fada Bailarina Psi
Aparece de repente.
Seu balé hipnotiza e
Molda o céu em nossa mente.
Setecentas são suas cores
Setecentos seus encantos.
Com seus olhos sublinhados
Desvia a longe a foz dos prantos.
A Fada Bailarina Psi
Pinta aos passos nossa vida
Desfilando a sua graça
Enquanto a cidade passa
E a jornada é comprida.
Aparece de repente.
Seu balé hipnotiza e
Molda o céu em nossa mente.
Setecentas são suas cores
Setecentos seus encantos.
Com seus olhos sublinhados
Desvia a longe a foz dos prantos.
A Fada Bailarina Psi
Pinta aos passos nossa vida
Desfilando a sua graça
Enquanto a cidade passa
E a jornada é comprida.
Meu Amor na Redenção
Meu amor ligou; maroto recado:
"Espairecerei, vou pra Redenção"
Pois não vai sem mim, sabes bem:
Contigo levas sempre meu coração.
"Mas que rimas pobres, sem sofisticação!"
Se há doutrina a seguir na construção de um verso,
A regulamentar momentos onde estou disperso,
Posiciono-me à margem, entre os que se põem laicos.
Tais "rivalidades" causam em mim asco.
Torço então pro Inter (que goleia o Vasco)
Sem Olympiakos versus Panathinaikos.
"Espairecerei, vou pra Redenção"
Pois não vai sem mim, sabes bem:
Contigo levas sempre meu coração.
"Mas que rimas pobres, sem sofisticação!"
Se há doutrina a seguir na construção de um verso,
A regulamentar momentos onde estou disperso,
Posiciono-me à margem, entre os que se põem laicos.
Tais "rivalidades" causam em mim asco.
Torço então pro Inter (que goleia o Vasco)
Sem Olympiakos versus Panathinaikos.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
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